Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Achado na Dinamarca revela seis braceletes vikings de ouro

Peças encontradas perto de Rold somam 762,5 gramas e formam o terceiro maior depósito de ouro da Era Viking conhecido no país.

HIMMERLAND, DINAMARCA — Duas peças de ouro visíveis na terra levaram arqueólogos a encontrar seis braceletes vikings inteiros perto de Rold, em uma área de floresta. O conjunto pesa 762,5 gramas e é considerado pelos Nordjyske Museer o terceiro maior depósito de ouro da Era Viking conhecido na Dinamarca.

Um morador percebeu o brilho próximo a um caminho e entregou os objetos aos Nordjyske Museer em 22 de abril de 2026. Depois disso, arqueólogos voltaram ao local para verificar se as peças estavam isoladas ou faziam parte de um depósito maior.

A investigação encontrou um terceiro bracelete junto ao ponto original. Outros três estavam a cerca de quinze metros dali, formando o conjunto de seis joias.

As peças são atribuídas aproximadamente ao período entre os anos 900 e 1000. Todas estão inteiras, permitindo observar diferentes técnicas e elementos decorativos. Algumas têm hastes torcidas, outras apresentam superfícies lisas, e uma delas possui decoração geométrica.

Riqueza e relações sociais

O arqueólogo Torben Sarauw, dos Nordjyske Museer, associa o achado ao universo das elites. Segundo a interpretação apresentada pelos museus, o ouro podia indicar posição social e estar relacionado a presentes ou alianças. O bracelete teria valor material, mas também poderia comunicar a relação entre quem o oferecia e quem o recebia.

A integridade das joias também diferencia o depósito de uma reserva de metal destinada apenas ao pagamento pelo peso. Objetos preciosos podiam ser cortados para circular, mas os braceletes encontrados mantiveram suas formas e acabamentos.

Ainda não há uma explicação definitiva para o enterro. O esconderijo pode ter sido preparado para uma recuperação posterior, mas depósitos deliberados também podiam ter significados rituais. A posição das peças e o estudo do local serão analisados junto com os objetos para investigar quem os reuniu e por que foram deixados ali.

Para os arqueólogos, o achado ajuda a estudar a circulação de riquezas, presentes e vínculos sociais na Dinamarca. O conjunto não identifica um rei, guerreiro ou chefe específico, mas preserva evidências sobre uma sociedade em transformação política.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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