Manaus, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Geladeira volta do conserto sem barulho, mas deixa de refrigerar dias depois

Após a troca de uma peça, Rita descobriu que a geladeira havia parado de resfriar e encontrou um conector mal encaixado.

Geladeira volta do conserto sem barulho, mas deixa de refrigerar dias depois

Rita levou a geladeira a uma assistência técnica depois que um ruído intermitente surgiu na parte de trás do aparelho. O som aumentava à noite, mas ela não havia relatado perda de frio: a água continuava gelada e os alimentos permaneciam frios.

A oficina substituiu o componente apontado pelo técnico como responsável pela vibração. Na devolução, o eletrodoméstico estava silencioso e parecia funcionar normalmente. O documento recebido registrava a peça trocada e a cobrança, mas não apresentava uma sequência de medições de temperatura nem o tempo exato do teste de refrigeração.

A falha apareceu após a devolução. Primeiro, a manteiga ficou mais macia, e Rita suspeitou que a porta tivesse permanecido entreaberta. Depois, encontrou água sob um pacote de vegetais congelados. Ela colocou um termômetro na prateleira central, fotografou o visor e descartou os perecíveis que não haviam sido mantidos em temperatura segura.

A assistência foi acionada novamente. O técnico verificou que o compressor ligava, mas o ar frio não circulava adequadamente para o compartimento superior. Também encontrou um conector mal encaixado perto da área examinada no atendimento anterior. Naquele momento, não afirmou se o componente havia sido deslocado durante o reparo ou se já apresentava mau contato.

A oficina recolocou o conector, acompanhou a queda da temperatura e registrou o local em que o encontrou. Rita pediu que o serviço não tivesse nova cobrança e apresentou a lista dos alimentos descartados, com fotos, nota de compra disponível e valores aproximados para os itens sem comprovante.

A empresa propôs ressarcir os alimentos comprovados, mas não aceitou todas as estimativas feitas de memória. Também devolveu o preço do segundo deslocamento, que não chegou a ser cobrado.

Depois da intervenção, Rita deixou um termômetro na geladeira por dois dias e comparou as medições em diferentes horários. O aparelho voltou a resfriar, e o congelador manteve os produtos novos firmes. A assistência explicou que um teste de algumas horas não necessariamente reproduz o funcionamento contínuo em casa.

Rita não obteve uma resposta definitiva sobre quando o conector se soltou. A posição da peça, a proximidade com o serviço anterior e as temperaturas registradas, porém, formaram uma relação plausível para a negociação. O caso mostrou que o silêncio do aparelho não confirma, sozinho, a manutenção do frio.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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