Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Como evitar perdas ao usar pontos e milhas de programas de fidelidade

Acompanhar prazos, comparar resgates e planejar transferências ajuda a aproveitar melhor os pontos acumulados no cartão.

Como evitar perdas ao usar pontos e milhas de programas de fidelidade

Acumular pontos no cartão de crédito e milhas em programas de fidelidade pode ser útil, mas o saldo só traz vantagem quando é usado com planejamento. A orientação é acompanhar as regras dos programas, avaliar o objetivo de cada resgate e evitar decisões motivadas apenas pelo desejo de acumular mais.

Aloysio Rebello, fundador da Go Miles Club e especialista em gestão estratégica de milhas aéreas, afirma que os pontos devem ser tratados como um recurso planejado. “O primeiro passo é entender o que você tem, onde está acumulado e qual é o seu objetivo”, explica.

Erros que podem reduzir o valor das milhas

Um dos problemas é deixar pontos expirarem. Como os programas podem estabelecer prazos de validade diferentes, é importante consultar regularmente o saldo e as datas-limite. Criar lembretes pode ajudar a evitar a perda de pontos acumulados.

Outro cuidado envolve a transferência de pontos do cartão de crédito para uma companhia aérea. Fazer a operação imediatamente nem sempre é a melhor alternativa. Promoções de transferência bonificada podem aumentar a quantidade de milhas recebidas, mas a decisão deve considerar como e quando elas serão utilizadas.

Também é preciso evitar compras desnecessárias apenas para gerar pontos. A recomendação é usar os programas como complemento de despesas que já fazem parte do orçamento, sem alterar os hábitos de consumo para acumular milhas.

Na hora de emitir uma passagem, a disponibilidade por milhas não garante que o resgate seja vantajoso. Comparar o valor do mesmo bilhete em dinheiro ajuda a decidir se é melhor usar o saldo ou preservá-lo para outra oportunidade.

A troca por eletrodomésticos, eletrônicos e outros produtos exige análise semelhante. O consumidor deve comparar o preço do item no mercado com a quantidade de pontos solicitada e avaliar outras formas de utilizar o saldo.

Concentrar todos os pontos em um único programa sem conhecer suas regras é outro risco. Validade, promoções, parceiros e opções de resgate variam. A escolha deve levar em conta os hábitos de consumo, os destinos desejados e a frequência de viagens, sem que seja necessário participar de todos os programas disponíveis.

Planejamento começa antes da viagem

Deixar para pesquisar milhas somente depois de escolher destino e data pode limitar as alternativas. Acompanhar oportunidades com antecedência permite organizar o acúmulo e escolher o momento mais adequado para usar os pontos.

Para Rebello, a quantidade acumulada não deve ser o objetivo principal. As necessidades mudam conforme o perfil do consumidor: quem viaja várias vezes ao ano tem prioridades diferentes de uma família que planeja uma grande viagem nas férias. Por isso, a estratégia deve começar pelo objetivo de cada pessoa.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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