Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Operação militar contra emus na Austrália fracassou diante de aves dispersas

Em 1932, soldados usaram metralhadoras Lewis para tentar conter emus que danificavam plantações e cercas no oeste da Austrália.

Em 1932, o governo australiano enviou soldados armados com metralhadoras Lewis para conter emus que avançavam sobre plantações no oeste do país. A operação, que ficou conhecida posteriormente como Guerra dos Emus, não conseguiu controlar rapidamente as aves.

Após a época reprodutiva, os emus se deslocavam em grandes grupos à procura de água e alimento. As áreas agrícolas ofereciam trigo e pontos de abastecimento. Ao atravessar cercas, as aves danificavam as lavouras e facilitavam a entrada de outros animais.

A situação também atingia agricultores que eram veteranos assentados depois da Primeira Guerra Mundial. Com preços baixos e colheitas difíceis, eles pressionaram o governo por ajuda, transformando o problema com a fauna em uma questão política.

Metralhadoras contra alvos móveis

A equipe militar era comandada pelo major G. P. W. Meredith. A expectativa dos agricultores era que o poder de fogo reduzisse rapidamente a quantidade de aves, mas chuva e deslocamentos dos bandos atrapalharam a campanha.

Quando os disparos começaram, os emus se dividiram em grupos menores e mantiveram distância. A dispersão, a velocidade e a capacidade de explorar o terreno dificultaram a ação dos operadores. As armas também podiam emperrar, enquanto os tiros a longa distância consumiam munição sem atingir os alvos com facilidade.

Uma tentativa de montar a metralhadora em um caminhão enfrentou outro problema: o terreno irregular impedia estabilidade suficiente para mirar. A campanha matou aves, mas não produziu o controle rápido esperado.

A ideia de que os emus venceram uma guerra surgiu como uma piada posterior. Não houve declaração de guerra nem derrota militar no sentido convencional. O episódio foi uma operação de manejo com resultado limitado, e os relatórios apresentam variações sobre a quantidade de emus mortos.

Depois da campanha, o governo retomou programas de recompensa. Com o tempo, cercas mais eficientes passaram a fazer parte da resposta ao avanço dos animais sobre as plantações.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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