Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Espécie do atum importa mais que a escolha entre óleo e água

O tipo de peixe e a concentração de mercúrio devem pesar mais na escolha do atum em lata do que o líquido da conserva.

Espécie do atum importa mais que a escolha entre óleo e água

A escolha entre atum conservado em óleo ou em água altera características nutricionais e culinárias, mas não reduz a concentração de mercúrio presente na carne. Por isso, a espécie do peixe deve ser o principal item observado no rótulo da lata.

A versão em água costuma ser procurada por quem quer reduzir calorias e controlar o consumo de gorduras. O produto conservado em óleo, por sua vez, preserva melhor a textura dos pedaços e tem sabor mais marcante. O líquido também interfere na quantidade de macronutrientes, já que parte dos ácidos graxos pode ser perdida junto com o óleo drenado.

Espécie deve orientar a compra

O mercúrio se acumula ao longo da cadeia alimentar marinha. Peixes predadores maiores e com vida mais longa tendem a concentrar níveis mais elevados do metal. Essa substância fica ligada às fibras musculares da carne, e escorrer a água ou o óleo não remove essa carga.

A albacora é um peixe de maior porte, com desenvolvimento prolongado e carne firme e esbranquiçada. Por ocupar uma posição elevada na cadeia alimentar, pode apresentar concentração mais alta de mercúrio e exige maior cautela no consumo.

Já as latas identificadas como atum claro usam espécies menores, como o bonito-listrado. Esses peixes têm ciclos de vida mais curtos e registram níveis menores do elemento. O atum claro também costuma ter carne rosada, além de ser mais acessível e frequente no mercado.

O que observar no rótulo

A embalagem deve ser conferida além das informações destacadas na parte da frente. Termos como atum branco ou albacora indicam a necessidade de consumo mais moderado. A identificação de bonito-listrado ou skipjack aponta para uma espécie menor.

Também é importante verificar o líquido de cobertura, como água ou azeite, de acordo com a preferência gastronômica. Essa escolha modifica o perfil do produto, mas não a presença de contaminantes já acumulados no pescado.

A alternância entre diferentes fontes de frutos do mar ajuda a evitar a exposição cumulativa a metais. Sardinha, salmão e pequenos pescados são citados como opções com nutrientes e índices insignificantes de contaminação marinha.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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