Copom leva Selic a 13,75% após decisão unânime do Banco Central
Comitê reduziu a taxa em 0,25 ponto percentual, em movimento esperado pelo mercado financeiro, apesar das tensões externas e do El Niño.
Comitê reduziu a taxa em 0,25 ponto percentual, em movimento esperado pelo mercado financeiro, apesar das tensões externas e do El Niño.
Banco central americano aumentou a taxa em um quarto de ponto percentual, levando o intervalo para 3,75% a 4%.
Alta para até 4,00% ao ano pode afetar ações, câmbio e o diferencial de juros entre Estados Unidos e Brasil.
Banco projeta crescimento dos lucros do S&P 500 e recomenda diversificação entre ações, inovação, energia e recursos naturais.
Decisão do Copom ocorre na mesma semana de reuniões do Fed, do Banco da Inglaterra e do Banco do Japão.
Taxas dos títulos americanos avançam com inflação persistente, dúvidas fiscais e menor participação de compradores tradicionais.
Decisões do BCE e do Federal Reserve podem limitar o espaço para o Copom reduzir a taxa básica de juros.
Operações com vencimento após o pleito movimentaram opções de compra e acompanharam mudanças no câmbio, nos juros e na Bolsa.
BTG Pactual, Eneva e Suzano entraram na carteira Top 5 no lugar de Nubank, Sabesp e Bradesco.
Pesquisa mostra avanço da experiência, aumento da diversificação e preferência por renda mensal entre investidores de FIIs.
Taxas futuras caíram nos vencimentos mais longos, enquanto dados dos EUA elevaram a chance de alta de juros pelo Fed em setembro.
Presidente dos EUA ameaça interromper negociações com países deficitários para defender juros menores, enquanto mercado reage aos dados de agosto.